segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Carne, proteina animal e doenças

Por Dr. Mauro Montaury.

As carnes são nocivas ao organismo porque ao dar-se a morte violenta do animal suspendem-se, os atos digestivos e as funções eliminatórias e excretoras deste ser.

O alimento ingerido pelo animal e as impurezas dos seus tecidos resultantes das trocas nutritivas ficam armazenadas no cadáver do animal e passam ao corpo humano com a ingestão da sua carne.

A carne deteriora-se com enorme rapidez. Daí o uso de temperos e cozimento para enganar o paladar.

A decomposição inicia-se imediatamente após a morte do animal e só é detectada pelo olfato humano quando em estado avançado de deterioração.

A decomposição é devido à riqueza de bactérias de putrefação nestes alimentos.

Uma análise minuciosa permitiu verificar em um grama dos alimentos a seguinte quantidade de bacilos de putrefação:

  • 1grama de bife contem 1.500.000 de bacilos.
  • 1grama de toucinho contem 2.000.000 bacilos.
  • 1grama de fígado de boi contem 31.000.000 bacilos.
  • 1grama de assado de hambúrguer contem 75.000.000 bacilos.
  • 1grama de fígado de porco contem 95.400.000 bacilos.
  • 1grama de peixe contem 120.000.000 bacilos.
  • 1grama de ovo contem 150 a 220.000.000 bacilos.

Enquanto o homem introduzir tais quantidades de bacilos de putrefação no seu intestino, tem que se acostumar com evacuações malcheirosas, duras e difíceis, que num regime alimentar de pura carne, na melhor das hipóteses realiza evacuações 2 vezes por semana, 1 vez por semana, mais tarde 1 vez cada 2semanas, ou uma vez por mês quando houver grave intoxicação do organismo.

O organismo produz leucócitos para se defender do processo de putrefação que agora existe dentro de si. Semelhante processo ocorre na biografia humana quando a criança saiu do alimento materno bem vitalizado como o caso do leite materno e frutas e introduzimos carnes, proteína animal no seu cardápio alimentar.

A pessoa que tem uma dieta vegetariana não apresenta o intenso processo de reação com leucocitose como acontece com o indivíduo que possui uma dieta carnívora. Cabe salientar que devido às milhares de bactérias de PUTREFAÇÃO no intestino, aumenta em vida a probabilidade das doenças inflamatórias intestinais, urogenitais, carcinogênicas e gerais, em detrimento dos vegetarianos que possuem nos intestinos bactérias de FERMENTAÇÃO, não produzindo esta leucocitose de rotina reacional. A dieta vegetariana é VITAL, enquanto a dieta carnívora é DESVITALIZANTE, isto é, MORTA.

Geralmente os grandes comedores de carne ingerem poucos cereais, poucos pães integrais e muito raramente verduras cruas e frutas.

O fato de a carne ser rica em colesterol, precursor de hormônios, faz dela uma causa direta de cânceres hormônio dependentes (mama, próstata, útero, principalmente).

Não devemos esquecer que a carne é uma fonte de gordura saturada causadora de câncer, além de propiciar aumento de depósitos gordurosos e acelerar o processo de aterosclerose. São geradoras de doenças crônicas degenerativas.

A CARNE É:

  1. Alimento antinatural. O homem não fabrica amoníaco para neutralizar os ácidos resultantes do metabolismo da carne, como o fazem os carnívoros.
  2. Alimento tóxico. A carne é um veneno lento, mas seguro. Ela possui toxinas (venenos), resultantes da decomposição cadavérica, e outras resultantes do metabolismo animal, que ficam retidas e produzem mais toxinas pela desassimilação nos intestinos.
  3. Alimento acidificante. Produzem ácido fosfórico, sulfúrico e úrico, causadores de acidez humoral nos fluídos vitais e de irritações esclerosantes no seu processo metabólico. Alimento desmineralizante. Os ácidos produzidos pela carne produzem desmineralização ao serem neutralizados no organismo. Alimento excitante.
  4. Alimento excitante. A carne é um excitante muito forte, equiparável ao álcool, devido às substâncias tóxicas e extrativas dela provenientes. Além disso, com a perda da energia vital da proteína animal destruída pela temperatura, causa desnaturação desta proteína desvitalizando-a.

A sensação de vigor é esgotante, o que provoca o consumo de mais excitantes (álcool, açúcar, mais carne etc.). Surge uma aparência de vigor, devido à excitação, e cria-se um apetite enganador, que faz repelir os alimentos suaves.

Devido ao seu poder excitante faz gastar as reservas vitais, e decorrentes do seu poder tóxico, a carne é um dos fatores da abreviação da vida.

Lembrar que o Ser Humano pode até comer carne humana, vide acidente aeroviário nas Geleiras dos Andes. A equipe de futebol americana sobreviveu temporiamente, mas não se encontravam nutridos após o socorro. Este alimento sozinho não nutre o Ser Humano diferente dos vegetais.

No nosso país não são dosados os pesticidas sanguíneos que estão na carne ingerida e passam para o ser humano. Geralmente após a ingestão da carne dissolvem-se nos tecidos gordurosos humanos. Possuímos uma economia que lucra com os alimentos da carne ou derivados diretos dela.

Não podemos esquecer que são usadas mais de 70.000 substâncias químicas na vida diária do ser humano. Precisamos evitar esta agressão à biologia humana. Podem ser testadas até 250 substâncias pesticidas de uso freqüente nos seres humanos. Hoje em dia, nos laboratórios estrangeiros podemos testar entorno de 20 substâncias pesticidas inteiras ou metabólicas no sangue humano.

No exercício clínico diário não se dosa, de rotina, nenhuma substância pesticida, produtos químicos, o que deveria ser de praxe realizada, principalmente em região de produtores de fumo, e de locais com aglomerados de indústrias químicas e petroquímicas.

É fundamental saber substituir a carne pelos cereais, leguminosas e oleaginosas e outras proteínas vegetais, lenta e suavemente, sem tensões, sobre a orientação de um médico.

Autor: Mauro Montaury de Souza

Fonte:http://medicinadavida.com.br/wordpress/

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Visita ao matadouro

frigorificos_abate

Relato da experiência compartilhada por Sergio Greif.

Passei alguns de meus últimos anos no interior de São Paulo, fiscalizando fontes de poluição ambiental: usinas de açúcar e álcool, fábricas que processamento de polímeros, fundições etc. Mas nada me pareceu tão poluente e agressivo quanto os curtumes e abatedouros de animais. Estas atividades são, é claro, extremamente poluentes, mas pretendo falar sobre este assunto em outra ocasião. Gostaria de reservar este momento para falar sobre uma outra forma de violência, aquela que presenciei nos matadouros e abatedouros de animais.

Embora o sofrimento do animal que será abatido se inicie já em seu nascimento, é no matadouro que ele encontra o seu fim. Não é um fim agradável, tranqüilo ou sem dor, como muitas pessoas querem acreditar. As pessoas são levadas a crer que os animais que lhes servem de alimento levaram uma vida de prazeres, brincando nos campos com outros animais de fazenda e que em determinado dia estes foram transportados e abatidos de forma indolor. Esta é a imagem que a indústria da carne nos passa, com suas propagadas de animais sorridentes e suas embalagens coloridas que quase não sangram.

As pessoas não acreditam, ou não querem acreditar, que animais de corte tiveram toda uma existência miserável, privados da luz do sol, do ar fresco, de pisar a terra. O objetivo de uma criação de animais de corte não é, é claro, o bem estar dos animais. O objetivo é lucro, produzir mais carne, em menor espaço e no menor tempo possível. Desta maneira ovinos, suínos e frangos são criados em locais com alta densidade de indivíduos, em espaços mínimos que limitam seus movimentos e o desempenho das atividades mais básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.

Descrever o que acontece em um matadouro não é uma tarefa fácil. Provavelmente ler sobre o que lá se passa também não seja, mas acredito que temos a obrigação de divulgar estas verdades, e desfazer os mitos que se formam, de que os animais não sofrem com o abate. Todo aquele que se alimenta de animais tem o dever de conhecer este último e importante passo na vida da comida que tem em seu prato. As descrições que se seguem representam o que pude presenciar do abate de animais. Quando forem citados procedimentos diversos aos quais presenciei, farei menção a isto.

Matadouros de Gado
Os animais são transportado em caminhões de transporte de gado, geralmente contendo 12 animais, que tentam se manter em pé enquanto o veiculo se desloca. Os animais são geralmente trazidos de fazendas próximas ao abatedouro, mas em alguns casos provêm de localidades mais distantes, o que significa que este transporte pode durar várias horas. O caminhão adentra o matadouro e os animais são descarregados a chutes e pontapés em um terreiro cercado (imagino que eles foram colocados no caminhão também na base do chute). Neste terreiro os animais ficarão à espera por algumas horas, pois os abates quase sempre ocorrem durante a madrugada.

Não pude presenciar a hora em que o abate começa, devido ao horário, mas imagino que os animais são enfileirados no corredor que leva à sala onde serão abatidos. Nas primeiras horas da manhã é evidente o estresse que estão vivendo os que ainda esperam a vez de entrar na sala do matadouro, pois estes presenciaram a morte de todos os animais que foram na frente. Seus olhos aparecem saltados na órbita, bem irrigados de sangue, e seus mugindo são desesperados e frenéticos.

Estes animais ouviram o que aconteceu com os animais que foram à sua frente, sentiram o cheiro de seu sangue e possivelmente viram alguma cena desagradável, é claro que resistem até onde podem para não passar pelo corredor que leva à sala do matadouro. Por este motivo, um funcionário do estabelecimento os força a fazê-lo dando chutes e eletrochoques através de uma vara. O animal vivencia um verdadeiro pânico, e tenta recuar, mas é empurrado para a frente pelo animal que vem atrás, que também está levando eletrochoques. Ele tenta se jogar para os lados, mas as barras de aço só lhe permitem que avance para a frente.

Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia por cerca de um minuto o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, seu sangue e suas tripas espalhados pelo chão da sala. O animal em vão tenta escapar, mas está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso dos matadouros que estive visitando, esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos matadouros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro. Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.

No passo seguinte, o animal é pendurado de cabeça pra baixo em uma corrente, suspenso por uma das patas traseiras. É possível que neste momento o peso do animal trate de romper alguns de seus ligamentos, destroncar seus membros. No momento em que o animal é suspenso, percebo que sua cabeça ainda se move. O funcionário do matadouro diz que são espasmos, contrações involuntárias, que o animal já não pode sentir. Mas seus olhos ainda piscam, a língua ainda se mexe, tentando conter o vômito e puxar para dentro o ar. Este animal não está sentindo dor?

O animal é então sangrado, degolado, estripado e esfolado. O sangue que jorra é recolhido em parte para uns tonéis, mas a maior parte cai em uma canaleta. As fezes e o vômito são recolhidos em outra canaleta. Com enormes facas sua barriga é aberta e as tripas são jogadas no chão. Alguns animais ainda parecem se mexer nesta etapa e a impressão que tenho é que eles podem ver suas tripas no chão. O sangue e as tripas serão encaminhados para o setor de processamento de embutidos (lingüiças, salsichas, etc).

O couro destes animais que servem para a produção de carne não é considerado de boa qualidade, mas mesmo assim ele é retirado para uso menos refinado. Após isso o animal é baixado e são retirados os testículos, as mamas, patas e língua. Estas ‘peças’ são comercializadas como iguarias ou são encaminhados para o setor de ‘graxaria’, de onde sairá o mocotó e a gelatina.
Como os matadouros que visitei possuíam uma grande produção, uma “linha de desmontagem” como diriam alguns, pouca atenção era dada para cada animal e mesmo na etapa de retirada do couro e desmembramento, alguns animais ainda estavam se mexendo. Neste matadouro o couro é retirado quase completamente por uma máquina que parece uma máquina de fazer massas, o funcionário apenas tem que separar o couro em alguns pontos.

Finalmente, ocorre o corte seccional da “peça”. O animal é dividido em duas metades e a carcaça é lavada. Neste momento, dependendo da finalidade, o animal poderá ser retalhado em cortes ou sua carcaça poderá ser levada para o frigorífico.  Quando a carne chega à câmara fria, o calor do animal ainda emana dela. As carcaças são penduradas em ganchos enfileirados e apesar do frio, o cheiro nauseante da carne é perfeitamente perceptível. Dali a carne seguirá para os açougues e mercados.

Matadouro de suínos
O abate de suínos é um pouco diferente do abate de bovinos. Alguns dos matadouros que conheci simplesmente não o faziam, outros reservavam um dia da semana para o abate de suínos e apenas um possuía um programa de abate constante de suínos. Os porcos são criados em sistema de confinamento, diferente do gado bovino no Brasil. Estes animais são criados em baias cobertas e muitas vezes ficam isolados do chão. Recebem ração de engorda e jamais tem a possibilidade de chafurdarem a terra, comer grama, etc. a idéia é que o animal receba alimentos calóricos e que gaste pouca energia movimentando-se. Desta forma o animal ganha peso em menor tempo. Nos últimos dias, os que antecedem o abate, o animal recebe menos ração e um ou dois dias antes recebe apenas água. Isto se dá para que na hora do corte, haja menos fezes transitando pelo trato digestivo, o que facilita a limpeza da carcaça do animal.

Os suínos chegam em um caminhão de transporte, em engradados empilhados em 4 andares, as fezes dos porcos de cima caem sobre os porcos de baixo e o cheiro do caminhão como um todo é insuportável, mesmo quando se está dirigindo atrás de um destes em uma rodovia, a 120 km/hora. No matadouro, os engradados contendo os animais são descarregados sem grandes cuidados. Os animais são forçados a saírem à base de pontapés ou sendo cutucados por porretes. No terreiro de espera, os animais ouvem o que se passa com os que já adentraram a sala do matadouro, e se desesperam. Não pude deixar de notar, em uma de minhas visitas a um destes matadouros, que em momento algum os porcos silenciavam. O tempo todo em que os animais aguardavam no terreiro, um funcionário do matadouro tentava acalmá-los, batendo-lhes com um porrete. Da mesma maneira, para que entrassem na sala de abate, os animais eram conduzidos com chutes e clavadas.

Na sala de abate o animal recebe um eletrochoque, que lhe causa uma paralisia, mas certamente não a sua morte. O animal é então suspenso por uma das pernas e degolado com uma faca (o sangue é recolhido para um tanque) e suas tripas são retiradas. Em seguida ele é mergulhado em um tanque de água fervente e depois é desmembrado. Devido à velocidade com que este processo ocorre, algumas vezes o animal é mergulhado ainda vivo e consciente na água fervente, e chega ainda piscando os olhos na mesa de corte e esfola.

Abatedouro de aves
O abate de aves ocorre em estabelecimentos especiais denominados “abatedouros de aves”. Conheci abatedouros grandes, das maiores empresas nacionais e que vendem seus produtos para o mundo inteiro. Por este motivo, o fluxo de atividades nestes estabelecimentos é constante. Vê-se filas de caminhões trazendo frangos de diversas granjas para serem abatidos. Os animais são transportados em pequenas gaiolas contendo 5 ou 6 aves, muitas delas já chegam mortas devido ao estresse do transporte e ao tempo de espera. Presenciar o descarregamento destes animais é uma visão única. As gaiolas são abertas, e os animais são presos pelas patas, de cabeça para baixo, em ganchos presos a uma esteira.

Os animais perecem não ter reação nenhuma. Certa vez vi a esteira parar para o almoço dos funcionários, algumas gaiolas já estavam abertas. As aves continuaram ali, mesmo as que saíram das gaiolas apenas se empoleiraram na grade, não tiveram o impulso de sair. Uma das aves que foi parar embaixo do caminhão ficou lá por mais de uma hora. Não é que estes animais não tivessem amor por sua própria vida, mas sim o fato de que jamais tiveram a oportunidade de exercitar seus músculos. A maioria daqueles animais tinha cerca de 45 dias de vida e foram criados para terem coxas e peitos macios e enormes, não para andarem por aí. Por este motivo, eram incapazes de dar mais do que alguns passos.

Nas esteiras, os animais são levados para a sala onde ocorre o abate. Ali recebem um choque de pequena voltagem, que deveria servir para atordoá-los, mas na verdade, apenas deixa as aves mais agitadas. Pergunto por que não aumentam a voltagem, desta forma as aves simplesmente morreriam ou seriam ao menos atordoadas. O gerente de produção me explica que se eles aumentassem a voltagem o animal de fato morreria, mas isto também endureceria a carne.

Elas seguem então para uma máquina que procede a degola automática e depois tomam um banho escaldante. São então depenadas e estrinchadas. Muitas vezes ainda estão vivos quando chegam a estas ultimas etapas, tendo sobrevivido inclusive à fervura. Presenciei inclusive animais que em uma ou outra fase do processo se soltam dos ganchos e caem no chão, ficando lá se debatendo. Os funcionários não fazem nada para abreviar seu sofrimento, pois não podem se desligar de suas atividades na esteira. Desta forma, a morte destes animais é ainda mais lenta e dolorosa.

Quem são os responsáveis por estas mortes?
Mesmo uma pessoa sensível, quando exposta a estas cenas durante cinco dias por semana, oito horas por dia, acaba se insensibilizando. Esta é a realidade do funcionário de um matadouro. Se estes são homens truculentos e rudes, é porque seu meio de vida os tornou assim. Certamente se estas pessoas conservassem sua sensibilidade, não seriam qualificados para seu trabalho.

Mas seu trabalho somente existe porque alguém os paga para fazê-lo. Então o funcionário do matadouro não deve ser visto como o único culpado pela morte destes animais. O proprietário do abatedouro tampouco, porque ele apenas mantém seu estabelecimento, já que alguém compra seus produtos. Os açougues e supermercados a mesma coisa. Apenas quem pode impedir que estas mortes continuem ocorrendo é o consumidor.

O consumidor sim, aquele que se sente desconfortável em visitar um matadouro, que prefere não saber a verdade, se poupar de vislumbrar estas cenas, que prefere esquecer que os pedaços de carne em peças eram um animal poucos dias antes. Este sim é o verdadeiro responsável.

Estamos prontos para nos indignar com a matança de bebês foca no Canadá, com a caça de raposas para fazer casaco de pele ou com o consumo de carne de cachorro na China. Estamos prontos para levantar bandeiras em defesa das baleias, da Amazônia ou doar algum dinheiro para o Greenpeace. E todas estas coisas de fato são importantes, mas estão muito distantes de nossa realidade. É fácil não ter um casaco de pele de raposa ou de foca, é fácil não ser culpado da morte destes animais e é mais fácil ainda condenarmos a pessoa que faz uso destes objetos.

Mas a morte de uma vaca, um suíno, um frango, ou seja lá qual for o animal, não deveria receber consideração diferente apenas porque sua utilização é tradicional segundo nosso ponto de vista. Qualquer pessoa que participe de seu ciclo de exploração é culpado pela morte de um animal, seja ele nativo, exótico, abundante ou esteja em vias de extinção. O fato de percebermos a criação e morte de animais em matadouros como um fato banal apenas agrava esta situação. Estes animais não viveram existências condizentes com os hábitos de sua espécie e em determinado dia foram abatidos no campo. Eles levaram vidas indescritivelmente sofridas e tiveram um fim doloroso. E se isto não está errado, nada no mundo está.

Não me tornei vegetariano por haver presenciado as cenas que descrevi acima. Eu já o era há mais de 20 anos. Haver visitado alguns matadouros e abatedouros de aves apenas serviu para fortalecer minha sensação de que eu estava no caminho certo. Saber que não faço parte disto, de certa forma, me confortava. Também me dava a certeza de que eu deveria dizer às pessoas o que vi, e da importância de se conscientizarem a respeito desses fatos.

Fonte:http://www.anima.org.ar/index.html

Ato pelos Direitos Animais

Onca

Olá amigo(a)s!

A domesticaçao e a escravidão de animais foi o modelo que inspirou a escravidão humana(Charles Paterson, historiador social, escritor e professor em Nova York, Estados Unidos)

Cães mantidos em locais minusculos usados como guardas-vigias, cavalos puxando quilos e quilos de cargas, galinhas vivendo confinadas para produzir ovos, ratos sendo usados em repetitivos experimentos. Todas essas crueldades existindo numa época onde sobram economia, tecnologia e meios alternativos.
Não podemos nos calar. Os não-humanos não podem lutar por eles mesmos. Eles precisam de representantes. E não ha forma melhor de realizar mudanças na sociedade do que começar por onde se baseiam todos os outros tipos de injustiçaa: a exploração animal.

Pelo Dia Mundial do Vegetarianismo (1/10) e pelo Dia Mundial dos Animais (4/10), Onca estará realizando:

Ato pelos Direitos Animais
Sab. 01/Outubro
Boca Maldita, Centro, Curitiba
a partir das 9h, durante todo o dia

Os animais estão presos, eles precisam que você vá por eles!!!

Não queremos jaulas maiores, queremos jaulas viazias. (Tom Regan, filosofo e defensor dos Direitos Animais)

Contatos para o dia: (41) 9645-1196 ou (41) 8803-7883

Os animais contam com a sua presença!

Seja Ativista e voluntário!

Para saber mais sobre o trabalho do Onca acesse: http://www.onca.net.br/

domingo, 11 de setembro de 2011

Nutrição Básica

legumes

Folheto da Vegetarian Society

Introdução

Muitas pessoas se preocupam que, ao pararem de comer carne ou peixe, podem sofrer alguma deficiência nutricional. Este não é o caso, já que todos os nutrientes necessários podem ser facilmente obtidos através de uma dieta vegetariana. Na realidade, pesquisas demonstram que em muitas maneiras a dieta vegetariana é mais saudável do que a típica dieta não-vegetariana.

Os nutrientes estão, de uma maneira geral, divididos em cinco classes: carboidratos, proteínas, gorduras (incluindo óleos), vitaminas e minerias. Também precisamos de fibras e água. Todos são igualmente importantes para nosso bem estar, apesar de que são necessários em quantidades variadas, de cerca de 250g de carboidratos por dia até menos de 2 microgramas de vitamina B12. Carboidratos, gorduras e proteínas são usualmente chamados de macronutrientes, e as vitaminas e minerais são chamados de micronutrientes.

A maioria dos alimentos contém uma mistura de nutrientes (existem algumas excessões, como sal ou açúcar), mas é conveniente classificá-los pelo principal nutriente que o alimento provém. É importante lembrar que tudo que comemos nos fornece uma gama de nutrientes essenciais.

A carne fornece proteínas, gordura, algumas vitaminas do complexo B e minerais (principalmente ferro, zinco, potássio e fósforo). Peixe, além do citado acima, provém vitaminas A, D, e E, e o mineral iodo. Todos esses nutrientes podem ser facilmente obtidos pelos vegetarianos através de outras fontes, como essa Folha de Informação mostra.

Proteína

Mulheres necessitam de aproximadamente 45g de proteína por dia (mais se estiver grávida, lactente ou muito ativa); homens necessitam de aproximadamente 55g (mais se muito ativos). Evidências sugerem que o excesso de proteínas contribui  para o aparecimento de doenças degenerativas. Vegetarianos obtém proteína de:

· Nozes: avelãs, castanhas do Pará, amêndoas, castanha de caju, nozes, etc.

· Sementes: gergelim, abóbora, girassol, linho.

· Leguminosas: ervilhas, feijões, lentilhas, amendoim.

· Cereais: trigo (no pão, farinha, pasta, etc.), cevada, centeio, aveia, mileto, milho, arroz.

· Produtos a base de de soja: tofu, tempe, proteína texturizada vegetal, vegiburguers, leite de soja.

· Produtos derivados do leite: leite, queijo, iogurte (manteiga e creme de leite são fontes pobres de proteína)

· Ovos

Você deve ter ouvido falar que é necessário fazer um balanceamento de aminoácidos em uma dieta vegetariana. Isto não é tão alarmante como soa. Aminoácidos são as unidades que formam as proteínas. Ao todo existem 20 diferentes. Nós podemos sintetizar muitos deles em nosso corpo convertendo outros aminoácidos. Porém, oito aminoácidos não podem ser fabricados e devem ser ingeridos com a dieta. Por isso são chamados aminoácidos essenciais.

Alimentos vegetais não contém todos os aminoácidos essenciais na proporção certa que precisamos. Porém, quando misturamos alimentos, qualquer dificiência em um é cancelada pelo excesso em outro. Nós misturamos alimentos protéicos todo o tempo, sendo vegetarianos ou não. É uma atitude normal na maneira humana de se alimentar. Alguns poucos exemplos são feijões em torradas, granola, ou arroz com feijão. Adicionando produtos do leite ou ovos também contribui com os aminoácidos que faltam, como macarrão ao queijo, tortas, mingau.

Já se sabe que o corpo humano possui uma reserva de aminoácidos. Então, se uma refeição é deficiente, o corpo pode obter o aminoácido de sua própria reserva. Devido a isso, não precisamos nos preocupar sobre a complementação de aminoácidos todo o tempo, desde que nossa dieta em geral seja variada e balanceada. Até mesmo aqueles alimentos não considerados como fonte de proteínas contribuem para essa reserva.

Carboidratos

Os carboidratos são a nossa maior e mais importante fonte de energia, e a maioria é fornecida por alimentos vegetais. Existem três tipos principais: açúcares simples, carboidratos complexos ou amidos e fibras alimentares.

Os açúcares ou carboidratos simples podem ser encontrados nas frutas, leite e açúcar. É melhor evitar fontes de açúcar refinados, já que eles fornecem energia sem nenhuma fibra, vitaminas ou minerais associados e também são a maior causa de cáries dentais.

Os carboidratos complexos são encontrados em cereais/grãos (pão, arroz, pasta, aveia, cevada, mileto, centeio) e algumas raízes vegetais, como batatas e mandioca. Uma dieta saudável deve conter abundância desses alimentos amiláceos, já que são reconhecidos os benefícios á saúde de uma alta ingestão de carboidratos complexos. Os carboidratos não refinados, como pão integral e arroz integral são melhores porque contém as essenciais fibras alimentares e vitaminas do complexo B.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que 50-70% da energia deve ser proveniente de carboidratos complexos. A quantidade exata de carboidratos que cada indivíduo necessita depende do seu apetite e também do nível de atividade física. Ao contrário do que se acreditava anteriormente, uma dieta de emagrecimento não deve ser com baixo teor de carboidratos. Na verdade os alimentos amiláceos provém bastante saciedade em relação ao número de calorias que contém.

Fibras Alimentares

Fibras alimentares ou polissacarídeos não-amiláceos, como agora é chamado, refere-se a parte não digerível dos alimentos ricos em carboidratos. Fibras podem ser encontradas em cereais integrais ou não refinados, frutas (frescas e secas) e vegetais. Uma boa ingestão de fibras alimentares previne muitos problemas digestivos e protege contra doenças tais como câncer de colom e diverticulite.

Gorduras e Óleos

Muita gordura é prejudicial, porém um pouco é necessário para manter nossos tecidos em bom estado, para produzir hormônios e para transportar algumas vitaminas. Como as proteínas, as gorduras são feitas de unidades menores, chamados ácidos graxos. Dois desses ácidos graxos, ácido linolêico e linolênico, são chamados essenciais porque devem ser fornecidos pela dieta. Isto não é nenhum problema pois eles são extensamente encontrados em alimentos vegetais.

As gorduras podem ser tanto saturadas como insaturadas (mono-insaturada e poli-insaturada). Uma alta ingestão de gorduras saturadas pode levar a uma taxa elevada de colesterol sanguíneo e está ligado ás doenças coronárias. Gorduras vegetais tendem a ser mais insaturadas e este é um dos benefícios da dieta vegetariana. Gorduras mono-insaturadas, como o óleo de oliva ou amendoim, são melhores quando usadas para frituras, já que os gorduras poli-insaturadas, como girassol, são instáveis em altas temperaturas. Gordura animal (incluindo manteiga e queijo) tendem a ser mais saturadas que gorduras vegetais, com excessão do óleo de palma e de coco.

Vitaminas

Vitamina é o nome dado a muitos nutrientes não relacionados entre si que o corpo humano não pode sintetizar, totalmente ou em quantidades adequadas. A única coisa que elas tem em comum é a quantidade pequena necessária na dieta. As principais fontes vegetarianas estão listadas abaixo:

Vitamina A (ou beta-caroteno): Vegetais vermelhos, alaranjados ou amarelos, como cenouras e tomates, vegetais folhosos verdes e frutas como nectarinas e pêssegos. É adicionada na maioria das margarinas.

Vitaminas do Complexo B: Este grupo de vitaminas inclui a B1 (thiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), B6 (pyridoxina), B12 (cianocobalamina), folato, ácido pantotênico e biotina.

Todas as vitaminas, com excessão da B12, occorrem em leveduras e cereais integrais (especialmente germe de trigo), nozes e sementes, raízes e vegetais verdes.

A vitamina B12 é a unica que pode causar alguma dificuldade, já que não está presente em alimentos vegetais. Apenas uma pequeníssima quantidade é necessária e os vegetarianos normalmente obtém essa vitamina dos produtos de leite e ovos. É sensato aos vegetarianos e vegans, que consomem pouco ou nenhum alimento de origem animal, a incorporação de alguns alimentos fortificados em vitamina B12 na dieta. Vitamina B12 é adicionada aos extratos de levedura, leite de soja, vegiburguers e alguns cereais matinais.

Vitamina C: Frutas frescas, saladas, todos os vegetais folhosos e batatas.

Vitamina D: Esta vitamina não é encontrada em alimentos vegetais, mas os humanos podem produzi-la quando a pele é exposta á luz do sol. Também é adicionada á muitas margarinas e está presente no leite, queijo e manteiga. Estas fontes são normalmente adequadas para adultos sadios. É sensato adicionar  suplementos de Vitamina D na dieta de indivíduos muito jovens, muito idosos e qualquer indivíduo que viva em confinamento, especialmente se estes consomem poucos produtos derivados de leite.

Vitamina E: óleos vegetais, cereais integrais, ovos.

Vitamina K: vegetais frescos, cereais e síntese bacteriana no intestino.

Minerais

Os minerais executam uma série de atividades em nosso corpo. Detalhes de alguns dos mais importantes minerais estão listados abaixo:

Cálcio: Importante para ossos e dentes saudáveis. Encontrados em derivados do leite, vegetais verdes folhosos, pão, água da torneira em locais de água dura, nozes e sementes (especialmente gergelim), frutas secas, queijo. A Vitamina D ajuda na absorção do cálcio.

Ferro: Necessário para as células vermelhas do sangue. Encontrado em vegetais verdes folhosos, pão integral, melado, ovos, frutas secas (especialmente nectarinas e figos), lentilhas e raízes. O ferro de fontes vegetais não é facilmente absorvido como o de fonte animal, mas uma boa ingestão de Vitamina C aumenta a absorção.

Zinco: Tem importante papel em muitas reações enzimáticas e no sistema imunológico. Encontrado em vegetais verdes, queijo, gergelim e sementes de abóbora, lentilhas e cereais integrais.

Iodo: Presente em vegetais, mas a quantidade depende de quanto o solo é rico em iodo. Derivados do leite também tem bastante iodo. Vegetais marinhos são uma ótima fonte de iodo para vegans.

Mais informações

· Diretório de Lazer e Estilo de Vida - para todos os produtos comerciais e serviços relationados ao vegetarianismo.

· Ordem postal: panfletos, posters etc sobre dieta vegetariana saudável da The Vegetarian Society.

Tradução: Roberta Sá

Fonte: Sítio VEG

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Vegnique - ONCA

Olá amigos!

Onca está convidando você para o “Vegnique – piquenique vegano“. O evento é aberto a vegetarianos e não-vegetarianos.

O que levar:

  • Bom humor;
  • frutas / lanches sem origem animal (carnes, leite, ovos…).

Quando?

Sab.10/Setembro/2011

Onde?

Jardim Botânico de Curitiba

Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n°, Bairro Jardim Botânico

Que horas?

15h

Na entrada principal.

Dúvidas e contatos no dia: 9645-1196 – 8803-7883

Obs: em caso de chuva pela manhã, o evento fica cancelado.

Esperamos você!

Onca – Defesa Animal

Fonte: http://www.onca.net.br/arquivos_onca/1593

domingo, 28 de agosto de 2011

2ª Mostra Internacional de Cinema pelos Animais

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Nos dias 5 e 6 de novembro acontecerá na Cinemateca de Curitiba a segunda edição da Mostra Internacional de Cinema pelos Animais. Com exibição de filmes de todos os formatos, longas, médias e curtas metragens, produzidos em diversas partes do mundo, por amadores e profissionais da área do cinema, a mostra dará oportunidade ao público de assistir e conhecer as diversas linguagens e pontos de vista relacionados ao movimento de proteção e respeito aos animais.

Em sua primeira edição o evento ofereceu ao público a exibição de filmes estrangeiros renomados como o “Terráqueos”, documentário narrado pelo ator e ativista dos direitos animais Joaquin Phoenix e “Uma verdade mais que inconveniente (Meat the truth)” produzido pelo partido dos animais da Holanda. E representando os nacionais foram exibidos, entre outros, “Não Matarás”, do Instituto Nina Rosa, “Atave – avicultura escancarada”, documentário cearense, dirigido por Guilherme Carvalho e o surpreendente “Espírito de porco”, de Chico Faganello e Dauro Veras, em que um porco, narra sua própria história.

Cada vez mais a questão animal ganha destaque em nossa sociedade, portanto, defensores dos direitos dos animais e amantes da sétima arte, preparem-se, pois, se a primeira mostra foi boa, a segunda será animal!

Anderson Furlan, Presidente da Assossiação Paranaense de Juízes Federais, fará a Palestra Magna na Cerimônia de Abertura do evento e confirmou presença também em mesa de debate.

As inscrições de filmes encerram dia 30 de agosto, ainda dá tempo: http://www.mostraanimal.com.br/index.php/inscricoes

Organização: http://www.svb.org.br/curitiba/

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ATO INFORMATIVO - ONCA

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Olá amigos!

Onca convida para participar da nossa próxima atividade, neste sábado:

Ato informativo sobre o consumo de carne

sáb 27/08

Boca Maldita

a partir das 9h

Haverá material para leitura no local, além de esclarecimento de dúvidas e orientação aos interessados no assunto.

Seja voluntário, vá conhecer ou convide alguém interessado.

Um abraço

Onca

(*Obs: em caso de chuva pela manhã, o evento fica adiado)

"Sim, meu caro, por mais que você odeie pensar que a comida no seu prato tenha sido um animal um dia, você está comendo um cadáver."

(Revista Super Interessante, abril/2002, p. 42)

Fonte: http://www.onca.net.br/arquivos_onca/1474?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ato-contra-exploracao-animal-edicao-especial-pelo-dia-mc-cancer-feliz

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

SUPLEMENTOS: Só para Vegetarianos?

Escrito por Dr Eric Slywitch

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A vitamina B12 é o único nutriente que realmente pode estar ausente na dieta vegetariana (especialmente na vegetariana estrita) bem planejada.
No entanto, a ideia de que apenas o vegetariano é um indivíduo que necessita de suplementação deve ser revisada.

Assim como para os onívoros, todos os demais nutrientes da dieta vegetariana devem ser repostos se há deficiência ou níveis inadequados.

Deixamos de perceber que a população que come carne recebe indicações para suplementação de divesos nutrientes.

Indicações de suplementação para quem come carne:

Crianças (que utilizam ou não carne) recebem suplementação de ferro e algumas vitaminas em determinados períodos da infância. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que as crianças (onívoras) recebam suplementação de ferro dos 6 meses aos 2 anos de idade.
Gestantes (que utilizam ou não carne) também recebem suplementação (ferro e ácido fólico) como medida profilática de carência desses nutrientes.

O sal que utilizamos é iodado. Tal adição tem o objetivo de garantir que o iodo seja fornecido a todos os brasileiros, tendo em vista que a sua deficiência é uma das principais causas de retardo mental em crianças (cretinismo).

O Instituto de Medicina dos EUA e o Food and Nutrition Board recomendam suplementação de B12 em todos os indivíduos (que comem ou não carne) acima dos 50 anos de idade, pois 10 a 30% desses indivíduos apresentam dificuldade de extrair a vitamina do alimento.

Na América Latina, 40% das pessoas que comem carne têm deficiência de B12. Isso ocorre com 50% dos vegetarianos. Observe que a diferença é pequena. Infelizmente os órgãos governamentais brasileiros ainda não se posicionaram frente à necessidade de fortificaçao da vitamina B12 para a população onívora brasileira.

Atualmente a farinha de trigo comercializada é enriquecida com ferro e ácido fólico como medida preventiva de saúde coletiva.
Se considerarmos que o uso de suplementação torna inadequada uma dieta, devemos considerar que não deveríamos passar pela infância, gestação e nem ultrapassar os 50 anos de idade, pois, em cada um desses ciclos de vida, não foi encontrada uma "dieta ideal" (que não precisaria ser suplementada em momento algum).

O que muda para o vegetariano?

Alguns cuidados nutricionais são diferentes para os vegetarianos, mas nada que justifique uma maior preocupação em termos de necessidade de suplementação, visto que a deficiência de ferro e vitamina B12 (os maiores pontos de preocupação) são similares nesses dois grupos. As proteínas, não são fatores de preocupação para o vegetariano.

A incidência de diversas doenças (estudadas em populações vegetarianas) é marcadamente reduzida ao se adotar uma dieta vegetariana. Isso, por si só, sugere a adequação da dieta vegetariana ao organismo humano.

Os nutrientes que merecem atenção numa avaliação nutrológica são os mesmos para os vegetarianos e não vegetarianos.

Fonte: http://www.alimentacaosemcarne.com.br/

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

ADERINDO AO VEGETARIANISMO: Um breve relato da minha experiência

 

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O vegetarianismo é um regime alimentar que exclui da nossa alimentação os produtos animais. Existem várias razões pelas quais as pessoas podem optar por uma alimentação vegetariana, sejam elas razões de saúde, religiosas, de respeito aos animais, preservação ambiental, etc.

No meu caso a principal razão foi em respeito aos animais, em segundo por ser comprovado que a alimentação vegetariana é mais saudável e limpa. Tenho 25 anos, e sempre me interessei por assuntos relacionados à saúde e qualidade de vida, a maneira como a Medicina Holística trata o corpo como um todo continuamente me fascinou, mas devido à ausência de cursos na área na cidade onde morava nunca me aprofundei, mas não deixei de pesquisar sobre o assunto na internet, revistas e livros.

O meu primeiro contato com a alimentação natural foi através de uma amiga em 2006 (Miraci Rafagnin), a qual me ensinou a usar a Linhaça, Castanha do Pará, Aveia, Gérmen de trigo, o Suco Verde, entre outras dicas. Mas os anos se passaram e devido à correria do dia a dia eu perdi o contato com a Mira, mas nunca me esqueci de seus conselhos, pois de certa forma contribuíram muito para a pessoa que sou hoje, e sinto uma eterna gratidão.

Nessa mesma época tive informação de um curso de Naturologia Aplicada que iniciava em Florianópolis na UNISUL, fiquei radiante, mas devido à distância e valor da mensalidade não foi possível estudar nessa instituição, e com a falta de cursos em Cascavel, optei por fazer um curso de Design de Moda, pois fazia bolsas de tecido e artesanatos para vender.

Comecei a faculdade, ao final do primeiro ano veio à confirmação que estava no lugar errado, mas a vida ás vezes nos surpreende, basta saber ver e ser grata, e Deus através desse curso têm colocado anjos em meu caminho, minha amiga/irmã Geisebel http://gisinhasozo.blogspot.com/  é um exemplo. A Gisa me ajudou a ver o mundo com os olhos de gratidão, a agradecer por tudo o que tenho recebido, ajudou-me a superar medos, e resolver problemas dos quais eu quiz fugir. Falo dela porque é impossível falar da minha faculdade sem mencioná-la, a sua ajuda e contribuição na minha vida foi um divisor de águas, e junto com ela também não menos importante agradeço muito pela amizade e carinho do Junior  e Thay. Conclui o curso de Design de Moda o ano passado, e hoje vejo esta como uma etapa que Deus me permitiu realizar, pois nada o que fazemos é ao acaso, acredito sim que tudo tem um propósito, e esse curso contribuiu para a minha maturação.

O ano de 2010 foi um ano que me marcou bastante, eu e minha família passamos por várias provações. No período de mudança para Curitiba eu e meu esposo (Douglas) nos víamos apenas duas vezes por mês, ele morando e trabalhando aqui em Curitiba e eu concluindo o meu curso em Cascavel, foi um momento importante para nós como casal, conseguimos administrar muito bem a nossa distância, e a nossa relação segue fortalecida, dia 11/12/2011 completamos sete anos de casados, sou muito grata a Deus pelo o companheiro paciente, dedicado e amoroso que tem colocado em minha vida, Deus não tem olhado para minhas fraquezas, mas como um Pai bondoso tem demonstrado seu amor incondicional e me dado mais do que mereço. A cada dia ao levantar bendigo a Deus por minha vida e pela história que têm feito comigo, devo a Deus uma atitude de agradecimento por tudo o que ele tem permitido em minha vida e principalmente por meu matrimônio abençoado.

Nessa temporada em que fiquei em Cascavel sem o Douglas, fiquei hospedada na casa do meu pai, esse tempo também foi muito importante eu e meu pai nos aproximamos bastante, meu pai é uma pessoa de princípios, de certa forma “rígido”, mas com um coração muito grande, e foi muito bom passar esse tempo com ele, aprendi a compreendê-lo e aceita-lo como é.

O meu primeiro jejum de desintoxicação foi no período em que estava na casa do meu pai, tive todo o apoio dele, apesar de ele comer carne ele cuida da sua alimentação, do jeito dele rsrsr mas cuida, ele não gosta de lanches, refrigerantes, cuida com a quantidade de sal e açúcar. O tempo em que fiquei em sua casa passei para ele todo o conhecimento que adquiri com minhas pesquisas, ensinei a usar a linhaça, a substituir o óleo por azeite, a diminuir o consumo de carne, etc. Como mencionei na casa do meu pai tive a minha primeira experiência com o jejum de desintoxicação, foi uma experiência muito gratificante, é um sentimento de poder, você ter o controle de sua mente e corpo, o primeiro dia é o mais difícil, fiz bastante repouso durante esse período não assisti nem TV, além da abstinência de alimento fiz também um jejum para descansar e desintoxicar minha mente, só fiz o uso de suco de laranja disolvido com água, a famosa “laranjada”, meu jejum durou três dias, ao final do terceiro dia me sentia mais forte e disposta do que no primeiro, é uma sensação que não consigo descrever, mas posso confirmar que é muito gratificante. Antes de decidir por fazer o jejum pesquisei bastante sobre o assunto, e o jejum é recomendado em várias situações, e entre elas servir como um elo para uma reeducação alimentar, o que foi o meu caso. Para essa experiência o site da Química Conceição Trucom http://www.docelimao.com.br/site/ foi de suma importância, abaixo reproduzo uma citação do site:

Por Mário Sanchez

“Quem só se alimenta de frutas, tem o seu sangue sempre alcalino e sem mucosidade, que é o estado excelente de saúde. Nestas condições é quase impossível que lhe advenha alguma doença ou se instale em seu organismo alguma infecção.

Para se ter uma idéia comparativa, Joe Shalders nos conta a experiência do cientista alemão, Prof. Arnold Ereth (autor do livro O Jejum Racional) que fez um corte profundo em seu braço com uma faca sob três condições diferentes:

1. Só se alimentando de frutas: praticamente não sangrou, iniciou-se uma cicatrização imediata e em três dias a casca que se formou caiu.

2. Só se alimentando com frutas e vegetais crus, cereais integrais e legumes cozidos: Sangrou mais, o corte demorou duas semanas para cicatrizar até a queda da casca.

3. Comendo carnes, vegetais e alimentos cozidos em geral: sangrou bastante, houve formação de pus e a ferida não cicatrizava. Só depois de dois dias de jejum conseguiu reverter e processo inflamatório.

O jejum, para os que não têm conhecimento do assunto, parece algo abstrato e sem sentido. Entendam por hora que o jejum é uma forma alimentar mais poderosa do que todas as dietas já apresentadas. Para uma pessoa que faz jejum corretamente, não há doença que lhe resista. O jejum apropriado evita doenças e cura doenças”.

Através do site da Conceição http://www.docelimao.com.br/site/  fiquei sabendo também das maravilhas do limão, desde então tenho feito o uso dele diariamente, o limão é uma fruta totalmente solar, ao ingerirmos o suco da fruta é como se ingeríssemos um pouquinho do sol junto.

Pois bem, depois de tantas idas e vindas em novembro eu me mudei definitivamente para meu doce lar em Curitiba rsrsr, em Cascavel deixei meu pai, meus avós, a família do meu esposo, e meus amigos, irmãos que Deus me deu, mas o contato continua e a amizade cresce a cada dia.

Hoje eu trabalho em uma empresa de Engenharia, não por coincidência, mas a minha gerente, a proprietária da empresa morava em Cascavel, e vejo aqui também Deus agindo e me conduzindo colocando as pessoas certas no meu caminho, sou muito grata pela oportunidade que a Carol e o Valter têm me dado, agradeço pela paciência, e por toda confiança e conhecimento que eles tem me passado.

Sou grata a Deus hoje pela história que tem feito na minha vida e do meu esposo, nunca antes havia imaginado sair de Cascavel e hoje moro na Capital rsrsr. Vejo a mão de Deus em nossa vida, estávamos afastados da Igreja, mas Deus tem tido compaixão para com nós e nos dado uma comunidade, uma nova família, encontramos aqui comunidades do Caminho Neocatecumenal http://www.camminoneocatecumenale.org/new/default.asp?lang=pt, e fomos acolhidos de braços abertos pela mãe Igreja.

No meio de todas essas mudanças e acontecimentos decidi por fazer o blog para registrar todas as minhas pesquisas e ajudar também as pessoas que se interessam por uma alimentação natural, e em meio as pesquisas me deparei com o filme Terráqueos, para mim o trailer foi o suficiente para minha decisão de não comer mais carne, isso foi no começo de julho, é recente, mas para chegar a essa decisão refleti muito sobre o assunto e sei exatamente o que estou enfrentando, uma sociedade alienada e que não quer saber da verdade, da crueldade que ocorre nos matadouros para satisfazer o gosto pela carne.

Convido você a assistir esse trailer e refletir sobre os seus hábitos:

Com a mudança na minha alimentação conseqüentemente perdi peso, e é interessante ver como esse fator influência as pessoas, mas quero esclarecer que essa mudança não tem como finalidade a perda de peso, mas aderi à alimentação vegetariana para ter mais saúde e uma alimentação limpa, sem cometer crueldades contra os animais, que são como nós e não querem sofrer.

VOCÊ DECIDE: BONS MOTIVOS PARA SER VEGETARIANO

Para sua saúde

  • Gorduras animais favorecem o câncer, as doenças cardiovasculares, a obesidade, a diabete etc.
  • Carne industrializada contém, freqüentemente, resíduos perigosos de pesticidas, antibióticos e hormônios.
  • Na carne, as substâncias nocivas estão, em média, 14 vezes mais concentradas do que nos alimentos vegetais.

Para os animais

  • O sofrimento nos matadouros é tão inimaginável quanto a angústia dos peixes que sofrem uma morte cruel por asfixia.
  • A grande procura pela carne mais barata possível causa sistemas cada vez mais cruéis de criação dos animais.

Para o meio ambiente

  • Os dejetos da criação em massa são os principais responsáveis pela poluição de lagos e lençóis freáticos por nitrato.
  • Metade da poluição das águas causada pelo homem vem da criação de animais. O consumo de água para a produção de carne é muito maior do que o consumo para a produção de cereais.
  • O amoníaco dos dejetos animais contribui muito para a formação da chuva ácida.
  • O prolongamento da corrente alimentar por meio do animal (carne) necessita muito mais terra do que a produção direta de alimentos vegetais.

Para o terceiro mundo

  • Enquanto nos países mais pobres, milhares de crianças morrem diariamente de fome, esses mesmos países exportam cereais e soja para alimentar animais de abate nos países industrializados.

Cada vez mais pessoas decidem adotar a alimentação vegetariana e assumem desta forma a responsabilidade pelas suas ações.
_____
Fonte: SVV, Schweizerische Vereinigung für Vegetarismus, Sennwald, Suíça.

http://www.docelimao.com.br/site/; http://www.taps.org.br/

O meu agradecimento a todos que me apóiam e participam da minha vida e minhas conquistas: Em especial a Deus, meus pais, Douglas (meu amor e companheiro eterno), Ana Paula(minha mana), amigos: Alex Reis  (obrigada pela divulgação do blog e apoio), Gisa (por todo apoio) Aline e Claudinha (pela amizade e companhia), ao universo que conspira ao meu favor e faz de mim uma pessoa abençoada !

Att,

Andréia Kiedis.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Desintoxicação é uma forma de cura

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Por Victoria Boutenko

Quando comemos alimentos cozidos pela primeira vez, quando ainda bebês,  a primeira camada de muco é criada no nosso organismo.

Uma parte do muco é formada como um filamento ao longo do aparelho digestivo, enquanto o restante fica acumulado num lugar mais conveniente, os pulmões. Esse muco não pode ficar nos pulmões permanentemente, então, eles usam um mecanismo similar à peristalse, para se livrar do muco. É como milhões de pequenos dedos na sua  superfície, que trabalham como um cinto móvel fazendo a limpeza. Este mecanismo leva porções do muco dos pulmões até o nariz: é quando vemos os bebês com o nariz escorrendo.

Quando alimentamos um bebê com alimentos que formam muco, o bebê tem corisa o tempo todo.  É o seu corpinho tentando expulsar o muco. É a natureza agindo. Todo excesso do muco seria evacuado através do nariz do bebê e os pulmões ficariam limpos, se deixássemos que isso acontecesse.

Porém, o que é que nós fazemos quando vemos o nariz do nosso bebê escorrendo? A reação típica é, “oh! meu bebê está com coriza. A pele em volta do narizinho dele está tão irritada. Tenho que fazer alguma coisa.  Vou levá-lo ao médico”.

O médico prescreve umas gôtas nasais. Nos sentimos bem porque fizemos o que pudemos para ajudar nosso bebê. Infelizmente essas gôtas  não são necessárias, pelo contrário, são prejudiciais. O bebê não tem nenhuma deficiência no nariz. Essas gôtas são tóxicas. São tão tóxicas que o corpo pára de expulsar o muco dos pulmões e se concentra em expulsar as toxinas  das gôtas nasais. O nariz pára de escorrer e o muco volta para os pulmões. Olhamos para o nosso bebê e dizemos: “Sim, o remédio  funcionou. Meu bebê está bem agora.”

O que não sabemos é que o nariz parou de escorrer porque o organismo concentrou energia para eliminar as toxinas das gôtas. E que o nariz vermelho escorrendo não é tão perigoso quanto os pulmões cheios de muco e os efeitos das toxinas das gôtas no corpo.

Com o tempo,  as camadas de muco vão se tornando mais densas. Aí, cerca de 3 meses depois, o nariz  do bebê começa a escorrer  novamente. O que nós fazemos?  Nós pensamos, “está com coriza, é melhor ligar para o médico”. Levamos o bebê de volta ao médico que prescreve umas gôtas mais fortes, porque dessa vez  a quantidade de secreção é maior e mais concentrada e faz as amídalas ficarem inflamadas. A secreção também provoca rouquidão, porque percorre a traquéia, cobrindo as cordas vocais. O medicamento mais forte, geralmente um antibiótico, é tão tóxico que o corpo pára de se desintoxicar e passa a se concentrar nos danos dos remédios e antibiótico. Aí, o bebê não vai ficar doente por algum tempo, até que o corpo recupere a energia necessária e continue seu esforço para se desintoxicar.

Para acelerar a liberação das toxinas o corpo cria a febre. Febre não é simplesmente uma elevação da temperatura, e sim um complexo processo que requer tempo e energia para realizar o seu trabalho.

Para criar a febre, o corpo tem que trabalhar muito. O coração tem que bombear 20 a 30 vezes a mais sangue que o normal. Todas as glândulas hormonais performam um trabalho extra. É por isso que sentimos moleza no corpo. Para preservar a energia usada na digestão dos alimentos, o corpo cria a falta de apetite. A língua é revestida por uma camada de muco para que se perca o paladar; o nariz é congestionado para não sermos tentados pelo cheiro da comida; as amídalas ficam inflamadas para ficar difícil engolir qualquer coisa. O corpo precisa do jejum nesse momento, por isso se utiliza desses artifícios. 

O que acontece quando o corpo tem febre? Ele entra no processo de transpiração para que o muco saia através dos poros. Você se lembra daquele suor pegajoso e com um odor típico que acontece durante uma febre alta? A febre ajuda o muco a ficar mais fino e mais fácil de ser expelido. É quando o nariz começa a escorrer.

Infelizmente o que as pessoas fazem nessa hora é tomar aspirina. Para que tomar aspirina?  Não temos deficiência de aspirina. Temos que ficar na cama porque nos sentimos fracos. A reação do corpo contra a aspirina é que provoca a fraqueza, e não a febre em si. 

Para piorar a situação, quando nos sentimos fracos, comemos alimentos pesados, como sopa de frango, por exemplo. Não temos apetite. Nosso corpo está dizendo, “Não coma!” E ainda assim, pensamos que precisamos comer para nos recuperar mais rápido. Eu costumava agir assim com meus filhos. Eu dizia, “tome um pouco de sopa de frango, você precisa se alimentar para ficar bom logo”, ou então, fazia eles comerem algo que tivesse bastante calorias. Em reação ao ato de comer, na fase em que não devemos comer, o corpo ainda usa um último recurso que é o vômito. É como se estivesse dizendo “Não, não é isso. O que eu preciso é recuperar toda a minha energia para me curar”.

Se comemos quando o corpo está na fase do “não comer” o sangue tem que agir no estômago para processar a sopa de frango, usando a energia que era  necessária ao processo de desintoxicação e cura.   

O problema está em não cooperarmos com o nosso corpo. De não entendermos a sua linguagem.

A recuperação depois que usamos medicamentos, requer muita energia. Depois de uma crise dessas, a doença pode desaparecer por um longo período, só que isso não quer dizer saúde e sim que o corpo não está tendo energia para se desintoxicar. Ele precisa estocar mais energia para um outro processo de cura. Enquanto isso, o muco nos pulmões vai aumentando. O muco fresco tem a cor clara. O mais velho é amarelo, verde, laranja escuro ou marrom. Para eliminar esse denso muco, o corpo pode criar a pneumonia, num esforço heróico para se purificar. Isso requer ainda mais energia do que no processo de febre. É quando nos sentimos muito debilitados e a respiração fica difícil. Quando temos pneumonia, tomamos penicilina.

Isso faz parar a expulsão do muco e enfraquecer o corpo. Por muito tempo não vai haver desintoxicação, apenas fracas tentativas, como pequenos resfriados de vez em quando.

O corpo continua a estocar o excesso de muco nos pulmões até restar apenas 1/3 disponível, e a essa altura os pulmões dizem: “É demais. Preciso desse 1/3 para continuar respirando. Não posso viver com menos oxigênio do que isso. Como um recurso, o corpo começa a se utilizar de uma camada embaixo da pele, primeiro desenvolvendo uma irritação ou fazendo a pele ficar áspera. Depois, quando andamos, mesmo por pouco tempo, começamos a suar e o muco começa a sair através dos poros. Esse muco é ácido e causa uma irritação. Se você coloca umas gotas de limão na sua pele e esfrega, ela fica irritada e coça. Quando o muco ácido sai através dos poros, sentimos essa mesma sensação. Chamamos isso de alergia.

Por que a alergia acontece?  Porque temos uma grande quantidade de toxinas no nosso corpo. As pessoas dizem: "isso acontece quando como frutas ácidas”. Os cítricos apenas dissolvem as toxinas, fazendo elas passarem através da pele com mais rapidez. Sem dúvida, isso é bom para nós. Significa, na verdade, que temos uma quantidade enorme de toxinas e que precisamos eliminá-las.

Algumas vezes acumulamos tanto muco que desenvolvemos uma condição de respiração forçada, com dispnéia, que chamamos de asma. Não podemos respirar. Não temos oxigênio suficiente e fica difícil respirar porque estamos cheios de secreção.

Há ainda um pequeno espaço entre os ossos do seio da face e a testa. O muco estocado aí, perto do cérebro, causa dor de cabeça. É a chamada sinusite. Essa frequente congestão pode causar até tumores.  Aquele espaço não foi destinado a ser preenchido.

Podemos verificar quanto muco temos acumulado quando, por exemplo, damos uma corrida em volta do quarteirão. Normalmente o nariz começa a escorrer. Quanto maior a quantidade de muco, mais secreção é expelida pelo nariz. 

Da mesma forma, se você puder correr respirando apenas pelo nariz, pode dizer que seus pulmões estão limpos. Você já notou que os corredores de maratonas têm que cuspir quando estão participando de corridas? Eles comem sua comida cozida, com grandes quantidades de calorias, como arroz e purê de batatas, que são alimentos que formam muco, e pensam que estão fazendo uma dieta adequada. Conheço muitos crudívoros que correm e nunca têm problema de secreção. Eles não precisam cuspir e podem respirar pelo nariz. Eles têm oxigênio bastante para correr e ainda conversar ao mesmo tempo. Seus pulmões estão limpos.

Nosso corpo adora se purificar quando corremos. Somos animais destinados a pelo menos andar. Por isso é que temos uma quantidade limitada de depósitos de muco. Fomos criados para nos mover. Nós temos esse mecanismo. Quando estamos nos movendo e sacudindo, os pulmões começam a bombear e deslocar o muco para ser excretado.

Porém, se não corremos e raramente fazemos caminhadas, como podemos esperar que o muco seja deslocado? Em vez de ajudar o corpo na eliminação, interrompemos seu esforço e tomamos aspirina, quando temos coriza ou febre.

O corpo tem que estar preparado para receber a febre. Quando somos capazes de produzir realmente uma boa febre, devemos celebrar! Fique contente. O corpo se dedica a fazer de você uma pessoa saudável. Quando tiver febre, faça a sua parte apenas ficando sem comer. O apetite desaparece porque o corpo precisa desse tempo para se purificar; e volta naturalmente no tempo certo.

Quando eu era criança e tinha febre, nunca queria comer. Minha mãe sempre me dava leite quente e outras coisas que eu rejeitava. Lembro que quando eu tirava o cobertor, minha mãe dizia: "se cubra, você não pode tomar vento”. Minha mãe fazia o que ela achava que era o melhor para mim. Agora sabemos que o melhor a fazer é ouvir o nosso corpo. Você pode se cobrir se sentir frio ou abrir as janelas se sentir calor. Faça o que seu corpo tem vontade. Ele é claro com relação ao que quer. 

Para ajudar o corpo no seu trabalho, você pode fazer compressas, alternar banhos frios e quentes, deitar numa banheira.

Todos nós temos toxinas no corpo. Desintoxicar é o esforço que o corpo faz para se livrar das toxinas. Desintoxicar é imprescindível para nos tornarmos saudáveis. 

Fonte: Texto extraído do livro Os 12 passos do crudivorismo - Victoria Boutenko

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O que é NATUROPATIA

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Podemos dizer que hoje existem três tipos de medicina na prática. A alopatia, a homeopatia e a naturopatia. Sobre o mecanismo de ação das três poderíamos fazer a seguinte comparação: Imagine que ao lado de sua casa exista um terreno vazio que não possua nenhuma construção… Num dado momento você observa que seus vizinhos começam a depositar ali naquele terreno todo tipo de lixo, entulhos e a sujeira naquele lugar começa a atrair para ali todo tipo de insetos, como moscas, formigas, baratas, ratos que além do mau cheiro, começa a infestar a sua casa também destas pragas.

Incomodado por esta situação, você vai as autoridades e denuncia o fato. Então, para solucionar o problema, vem a alopatia, com suas drogas pesadas, e desinsetiza o local rapidamente. Mata tudo e vai embora. Por alguns dias, você sente alívio do incômodo das pragas. Mas dali não muito tempo, após ter passado o efeito dos venenos o lixo que ficou ali depositado volta a atrair todo tipo de insetos e roedores novamente e logo você começa a sentir os efeitos indesejáveis em sua casa. Após nova denuncia de sua parte, vem então a homeopatia, com suas substâncias dedetizadoras e espanta todos as pragas, mas além disso, ela faz algo mais importante: faz uma limpeza naquele terreno para não atrair mais insetos para aquele local. Atitude bem mais louvável do que a anterior…

Mas depois de todo aquele trabalho de dedetização e limpeza, novamente os seus vizinhos inescrupulosos e sem consciência ambiental, começam a despejar ali no mesmo local toda sorte de lixo e a sujeira começam a cheirar mal outra vez, os insetos, pragas e roedores infestam o terreno novamente e seu suplício recomeça tudo novamente. Depois de uma terceira denúncia, vem agora a naturopatia, e com seus mecanismos próprios, também faz uma dedetização e limpa muito bem o terreno, espantando todo tipo de praga que ali estava, porém antes de partir, resolve ir de casa em casa e conscientizar cada morador daquela imediação sobre os malefícios de depositarem o lixo ali naquele local, e não vai embora antes de conseguir um compromisso de cada um deles de não mais despejarem lixo ali no terreno baldio.

Então, a partir daquele trabalho, você nunca mais se incomoda. Qual dos três métodos você achou o mais sensato? Lógico que foi o último. Com essa comparação queremos ilustrar o papel da medicina natural. Ela não é apenas uma medicina que procura atacar os sintomas, mas vai além, ou seja, procura levar uma consciência de mudança de atitudes, de correção de hábitos insalubres e de orientação sobre o modo de viver saudável. Para a consecução desses objetivos, ela lança mão em primeiro lugar da Trofoterapia, a cura e prevenção das enfermidades através dos alimentos, depois também usam a Fitoterapia, a cura pelas plantas, a Hidroterapia, a cura pela água, a Geoterapia, o uso das argilas medicinais, a Helioterapia, a aplicação da luz solar, a cinesioterapia, com as massagens e exercícios e ainda o uso da fé como um grande recurso na prevenção e tratamento das enfermidades. Tudo isso faz parte da Naturopatia ou medicina natura.

Fonte: http://www.innap.com.br/o-que-e-naturopatia.html INNAP – Instituto Nacional de Naturopatia Aplicada

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Você bebe leite ?

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Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado!

Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte de condicionamentos culturais e MITO da indústria leiteira. O leite de vaca é um fluido insalubre de animais, na maioria das vezes, doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de alergias, intoxicações e doenças, com efeito prejudicial e cumulativo sobre todos os humanos que o consomem.

TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alergenos, gordura saturada e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. O leite da vaca pode conter ainda resíduos de tudo o que a vaca come, inclusive coisas como radiativos de testes nucleares. E, muita adrenalina e dor, pois a vaca escuta o seu bezerro chorar 24 horas/dia, já que o leite que seria do bezerro é praticamente todo direcionado para o consumo humano.

O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Neles encontramos lactoferrinas e imunoglobulinas, agentes imunizantes específicos de cada animal, que funcionam como alergenos para seres humanos.

Combustível de tumores
Daqueles 59 hormônios do leite, um é o poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico no leite das vacas e dos humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer crescimento acelerado, entre eles os tumores e cânceres.

A medicina já considera que o IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon (intestino grosso), e suspeita-se que, provavelmente, pode promover TODOS os cânceres, entre eles os de estômago.

IGF-1 é componente natural de TODO leite, pois sua função é exatamente que o recém-nascido cresça com rapidez. Nós consumidores e responsáveis pelas crianças não pensamos a esse respeito, porque não temos a mínima idéia do problema, assim como muitos pediatras e médicos. Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt - uma cronologia)

MONSANTO e o Posilac
A indústria química Monsanto, investiu cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzirem MAIS leite. Com esta injeção as vacas aumentam sua produção de leite de 10 a 40%. Que loucura: dá para ser saudável um alimento obtido com tal crueldade? E, o Posilac induz um aumento na concentração natural de IGF-1 em até 80%. E mais, com este aumento de produção, aumentam os quadros de mastite, portanto infecções, sangue e pus no leite. A solução? Antibióticos, que ao final terão também seus resíduos no leite. 

O FDA (Departamento que regula a liberação de Alimentos e Remédios nos EUA) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso fosse verdade, o FDA acaba de informar que amamentar é inútil, porque, dispensando esta informação do capitalismo selvagem, este fator de crescimento FAZ o bezerro e todos os bebês crescerem (com a rapidez que pretende a mãe natureza), mesmo com o seu leite passando pelos seus estômagos.

Digamos que, realmente parte deste IGF-1 seja destruído pelo estômago dos não-bebês, mas certamente parte permanesce ativo pois, como explicar a altura (e pés grandes) da geração já rotulada de " geração iogurte", alimentada com leite achocolato, danoninho, yakult, etc?

CÁLCIO - E o Magnésio?
Onde as vacas arranjam cálcio para seus pesados ossos, fartos músculos e leite para seus bezerros de 35 kg? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas vem acompanhado de farta quantidade de magnésio (presente na clorofila), fundamental para que o organismo assimile corretamente o cálcio.

O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Mas não importa, são números que não dizem muito, porque para o cálcio ser assimilado PRECISA haver quantidade equivalente de MAGNÉSIO, como existe nas folhas verdes que as vacas comem. O leite só tem magnésio suficiente para que se absorvam cerca de 11% do cálcio total (33 mg/xícara).

A questão é que enquanto a vaca amamenta seu bezerro, ela segue comendo folhas verdes, que complementam a proporção ideal de magnésio. Boa idéia para as mães que amamentam, tomarem seus sucos verdes uma ou mais vezes/dia.

Ou seja, o melhor substituto do leite são os SUCOS VERDES. Precisamos esquecer que leite, depois da fase de amamentação, precisa ser branquinho: ele precisa mesmo é ser verdinho!

Curioso: as nações com maior de consumo de leite e laticínios também têm o maior índice de osteoporose e fraturas ósseas. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?

PROTEÍNA & O MITO
O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio dos ossos e dentes. Pois a digestão da proteína animal exige grande produção de ácido clorídrico, que irá seqüestrar sais ricos em cálcio, magnésio e ferro, acidificando todo o metabolismo, desmineralizando-o por completo. Países que consomem dietas ricas em proteínas de origem animal (carnes, leite e laticínios) apresentam as taxas mais altas de osteoporose e fraturas ósseas.

Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é: 87% de água + 3,25% de Gordura + 4% de Caseína + 1% de outras proteínas + 4,75% de outras substâncias.

Assim, 80% da proteína do leite é a caseína. Mas, a caseína é um alergeno poderoso, uma histamina que ativa – via reação alérgica - a produção de grande quantidade de muco. Ou seja, quanto maior o consumo de lácteos, maior será a produção de mucos, meio de cultura para microorganismos oportunistas=inflamações, que desencadeiam infecções. Dá-lhe antibióticos!

DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes, sendo o motivo fundamental para NÃO se oferecer leite de vaca aos lactentes.

PASTEURIZAÇÃO - HOMOGENEIZAÇÃO - BACTÉRIAS e PUS
Normalmente o leite é pasteurizado (72°C/15 segundos e resfriamento instantâneo), porém, ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos. Pasteurização? Ledo engano!

Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus/litro.

A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus/litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas não admira colocarem soda para a conservação do leite.

A homogeneização (processo mecânico para evitar a formação de nata), quebra moléculas grandes de gordura em partículas menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.

DOENÇA DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne". Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn.

EFEITOS CUMULATIVOS
Como isso afeta seres humanos que consomem diariamente leite de vaca e laticínios ao longo de toda sua vida?

Alergias Respiratórias (maiores vítimas são as crianças), alergias de pele e outras, obesidade, doenças cardiovasculares, câncer, problemas digestivos, diabetes, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e quadros de intoxicação generalizada, fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA...

Os que resistem a acreditar devem ler mais, se informar e perceber que a MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose. Até 95% da população negra e cerca de 53% dos hispânicos.

Abaixo o mito de que o leite de vaca é o alimento perfeito da natureza para seres humanos!

QUESTÃO DE BOM SENSO

Onde estava esta campanha maciça de "leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa? Quando as vacas produziam só o leite segundo a necessidade natural do seu bezerro, a "sobra" era rapidamente transformado em MANTEIGA e um queijinho! Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 40% a mais de leite/dia (seguem as pesquisas de novas drogas), de repente os lácteos se tornaram um "alimento básico" do cotidiano. COMO É QUE É?

E para aumentar o engodo, agora está na moda o SORO do leite, que é a SOBRA fétida obtida após a extração da GORDURA e CASEÍNA do leite. Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactoalbumina. Há outros hormônios contidos no soro, além de todas as impurezas solúveis em água: do leite e do processo industrial.

A indústria "do ganhar dinheiro" não pode parar. Efeito dominó sabe? Usam a expressão sustentabilidade para justificar a industrialização do soro do leite e não contaminar os rios. Mas a real sustentabilidade é não consumir lácteos, daí não existirá soro, lixo a ser usado como envenenamento final.

Não existirá a indústria da doença, sendo os problemas respiratórios (mucos) a segunda maior causa da mortalidade infantil. A primeira causa são os problemas congênitos, que, considerando os hábitos alimentares das mães, sei não!?!

Fonte: http://www.notmilk.com - Tradução: Beatriz Medina - Rio de Janeiro, reproduzido por Conceição Trucom: http://www.docelimao.com.br

 

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Porque adoecemos

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Devemos saber que a doença não ocorre por acaso a causa principal da doença são nossos hábitos errados, que agridem o organismo e não atendem as necessidades. Estes hábitos errados vão enfraquecendo o organismo, que vai ficando sem resistência, sem defesa, intoxicando-se, perdendo a vitalidade e deixando de funcionar bem, até adoecer. Se você tem alguma doença, algum sintoma, você deve ter alguns hábitos errados que precisam ser corrigidos.


A sua cura e sua saúde dependem, principalmente, de você mesmo, muito mais do que de remédios e médicos. Somente quando você fizer bem a sua parte é que será possível a cura e a saúde. O organismo humano é constituído de Corpo, Mente e Espírito, e cada uma destas partes têm necessidades próprias que precisam ser atendidas. Se, através de seus hábitos de vida, você atende as necessidades do seu organismo, ele será equilibrado, resistente e sadio. Se não atende e, ao contrário, através de seus hábitos você agride ao seu organismo, ele será fraco, sem resistência e doente.


Portanto, são seus hábitos de vida que, de forma principal, determinam a sua saúde. O Corpo precisa de Sol, Ar, Água, Alimento, Exercício, Repouso e Higiene. Sem estas condições adequadamente atendidas, a saúde jamais será possível e o resultado será a doença. O mais importante para ter saúde é aprender quais são os hábitos errados que provocam a doença. Muitas pessoas adoecem por não saber que seus hábitos são errados. Assim, procure aprender, não queremos que você sofra e adoeça por falta de conhecimento.


Os seus hábitos de vida irão definir se você será sadio ou doente. Ser-se-á bem disposto, com vida em abundância e longa ou, ao contrário, fraco, doente, com vida sofrida, curta e morte prematura. Através de seus hábitos, você se relaciona e trata do seu organismo, atendendo ou não suas necessidades, através do modo como você vive. Os hábitos de vida são considerados errados quando não atendem as necessidades básicas do organismo humano, quando o modo de vida da pessoa não proporciona os cuidados que o organismo necessita para viver e ser sadio.


Todas as coisas que seu corpo necessita para ser sadio, são simples e fáceis de serem conseguidas. Mas, por serem simples, são desprezadas , porque parecem sem importância. Mas lembre-se que sua saúde depende principalmente de você.