sexta-feira, 15 de julho de 2011

Desintoxicação é uma forma de cura

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Por Victoria Boutenko

Quando comemos alimentos cozidos pela primeira vez, quando ainda bebês,  a primeira camada de muco é criada no nosso organismo.

Uma parte do muco é formada como um filamento ao longo do aparelho digestivo, enquanto o restante fica acumulado num lugar mais conveniente, os pulmões. Esse muco não pode ficar nos pulmões permanentemente, então, eles usam um mecanismo similar à peristalse, para se livrar do muco. É como milhões de pequenos dedos na sua  superfície, que trabalham como um cinto móvel fazendo a limpeza. Este mecanismo leva porções do muco dos pulmões até o nariz: é quando vemos os bebês com o nariz escorrendo.

Quando alimentamos um bebê com alimentos que formam muco, o bebê tem corisa o tempo todo.  É o seu corpinho tentando expulsar o muco. É a natureza agindo. Todo excesso do muco seria evacuado através do nariz do bebê e os pulmões ficariam limpos, se deixássemos que isso acontecesse.

Porém, o que é que nós fazemos quando vemos o nariz do nosso bebê escorrendo? A reação típica é, “oh! meu bebê está com coriza. A pele em volta do narizinho dele está tão irritada. Tenho que fazer alguma coisa.  Vou levá-lo ao médico”.

O médico prescreve umas gôtas nasais. Nos sentimos bem porque fizemos o que pudemos para ajudar nosso bebê. Infelizmente essas gôtas  não são necessárias, pelo contrário, são prejudiciais. O bebê não tem nenhuma deficiência no nariz. Essas gôtas são tóxicas. São tão tóxicas que o corpo pára de expulsar o muco dos pulmões e se concentra em expulsar as toxinas  das gôtas nasais. O nariz pára de escorrer e o muco volta para os pulmões. Olhamos para o nosso bebê e dizemos: “Sim, o remédio  funcionou. Meu bebê está bem agora.”

O que não sabemos é que o nariz parou de escorrer porque o organismo concentrou energia para eliminar as toxinas das gôtas. E que o nariz vermelho escorrendo não é tão perigoso quanto os pulmões cheios de muco e os efeitos das toxinas das gôtas no corpo.

Com o tempo,  as camadas de muco vão se tornando mais densas. Aí, cerca de 3 meses depois, o nariz  do bebê começa a escorrer  novamente. O que nós fazemos?  Nós pensamos, “está com coriza, é melhor ligar para o médico”. Levamos o bebê de volta ao médico que prescreve umas gôtas mais fortes, porque dessa vez  a quantidade de secreção é maior e mais concentrada e faz as amídalas ficarem inflamadas. A secreção também provoca rouquidão, porque percorre a traquéia, cobrindo as cordas vocais. O medicamento mais forte, geralmente um antibiótico, é tão tóxico que o corpo pára de se desintoxicar e passa a se concentrar nos danos dos remédios e antibiótico. Aí, o bebê não vai ficar doente por algum tempo, até que o corpo recupere a energia necessária e continue seu esforço para se desintoxicar.

Para acelerar a liberação das toxinas o corpo cria a febre. Febre não é simplesmente uma elevação da temperatura, e sim um complexo processo que requer tempo e energia para realizar o seu trabalho.

Para criar a febre, o corpo tem que trabalhar muito. O coração tem que bombear 20 a 30 vezes a mais sangue que o normal. Todas as glândulas hormonais performam um trabalho extra. É por isso que sentimos moleza no corpo. Para preservar a energia usada na digestão dos alimentos, o corpo cria a falta de apetite. A língua é revestida por uma camada de muco para que se perca o paladar; o nariz é congestionado para não sermos tentados pelo cheiro da comida; as amídalas ficam inflamadas para ficar difícil engolir qualquer coisa. O corpo precisa do jejum nesse momento, por isso se utiliza desses artifícios. 

O que acontece quando o corpo tem febre? Ele entra no processo de transpiração para que o muco saia através dos poros. Você se lembra daquele suor pegajoso e com um odor típico que acontece durante uma febre alta? A febre ajuda o muco a ficar mais fino e mais fácil de ser expelido. É quando o nariz começa a escorrer.

Infelizmente o que as pessoas fazem nessa hora é tomar aspirina. Para que tomar aspirina?  Não temos deficiência de aspirina. Temos que ficar na cama porque nos sentimos fracos. A reação do corpo contra a aspirina é que provoca a fraqueza, e não a febre em si. 

Para piorar a situação, quando nos sentimos fracos, comemos alimentos pesados, como sopa de frango, por exemplo. Não temos apetite. Nosso corpo está dizendo, “Não coma!” E ainda assim, pensamos que precisamos comer para nos recuperar mais rápido. Eu costumava agir assim com meus filhos. Eu dizia, “tome um pouco de sopa de frango, você precisa se alimentar para ficar bom logo”, ou então, fazia eles comerem algo que tivesse bastante calorias. Em reação ao ato de comer, na fase em que não devemos comer, o corpo ainda usa um último recurso que é o vômito. É como se estivesse dizendo “Não, não é isso. O que eu preciso é recuperar toda a minha energia para me curar”.

Se comemos quando o corpo está na fase do “não comer” o sangue tem que agir no estômago para processar a sopa de frango, usando a energia que era  necessária ao processo de desintoxicação e cura.   

O problema está em não cooperarmos com o nosso corpo. De não entendermos a sua linguagem.

A recuperação depois que usamos medicamentos, requer muita energia. Depois de uma crise dessas, a doença pode desaparecer por um longo período, só que isso não quer dizer saúde e sim que o corpo não está tendo energia para se desintoxicar. Ele precisa estocar mais energia para um outro processo de cura. Enquanto isso, o muco nos pulmões vai aumentando. O muco fresco tem a cor clara. O mais velho é amarelo, verde, laranja escuro ou marrom. Para eliminar esse denso muco, o corpo pode criar a pneumonia, num esforço heróico para se purificar. Isso requer ainda mais energia do que no processo de febre. É quando nos sentimos muito debilitados e a respiração fica difícil. Quando temos pneumonia, tomamos penicilina.

Isso faz parar a expulsão do muco e enfraquecer o corpo. Por muito tempo não vai haver desintoxicação, apenas fracas tentativas, como pequenos resfriados de vez em quando.

O corpo continua a estocar o excesso de muco nos pulmões até restar apenas 1/3 disponível, e a essa altura os pulmões dizem: “É demais. Preciso desse 1/3 para continuar respirando. Não posso viver com menos oxigênio do que isso. Como um recurso, o corpo começa a se utilizar de uma camada embaixo da pele, primeiro desenvolvendo uma irritação ou fazendo a pele ficar áspera. Depois, quando andamos, mesmo por pouco tempo, começamos a suar e o muco começa a sair através dos poros. Esse muco é ácido e causa uma irritação. Se você coloca umas gotas de limão na sua pele e esfrega, ela fica irritada e coça. Quando o muco ácido sai através dos poros, sentimos essa mesma sensação. Chamamos isso de alergia.

Por que a alergia acontece?  Porque temos uma grande quantidade de toxinas no nosso corpo. As pessoas dizem: "isso acontece quando como frutas ácidas”. Os cítricos apenas dissolvem as toxinas, fazendo elas passarem através da pele com mais rapidez. Sem dúvida, isso é bom para nós. Significa, na verdade, que temos uma quantidade enorme de toxinas e que precisamos eliminá-las.

Algumas vezes acumulamos tanto muco que desenvolvemos uma condição de respiração forçada, com dispnéia, que chamamos de asma. Não podemos respirar. Não temos oxigênio suficiente e fica difícil respirar porque estamos cheios de secreção.

Há ainda um pequeno espaço entre os ossos do seio da face e a testa. O muco estocado aí, perto do cérebro, causa dor de cabeça. É a chamada sinusite. Essa frequente congestão pode causar até tumores.  Aquele espaço não foi destinado a ser preenchido.

Podemos verificar quanto muco temos acumulado quando, por exemplo, damos uma corrida em volta do quarteirão. Normalmente o nariz começa a escorrer. Quanto maior a quantidade de muco, mais secreção é expelida pelo nariz. 

Da mesma forma, se você puder correr respirando apenas pelo nariz, pode dizer que seus pulmões estão limpos. Você já notou que os corredores de maratonas têm que cuspir quando estão participando de corridas? Eles comem sua comida cozida, com grandes quantidades de calorias, como arroz e purê de batatas, que são alimentos que formam muco, e pensam que estão fazendo uma dieta adequada. Conheço muitos crudívoros que correm e nunca têm problema de secreção. Eles não precisam cuspir e podem respirar pelo nariz. Eles têm oxigênio bastante para correr e ainda conversar ao mesmo tempo. Seus pulmões estão limpos.

Nosso corpo adora se purificar quando corremos. Somos animais destinados a pelo menos andar. Por isso é que temos uma quantidade limitada de depósitos de muco. Fomos criados para nos mover. Nós temos esse mecanismo. Quando estamos nos movendo e sacudindo, os pulmões começam a bombear e deslocar o muco para ser excretado.

Porém, se não corremos e raramente fazemos caminhadas, como podemos esperar que o muco seja deslocado? Em vez de ajudar o corpo na eliminação, interrompemos seu esforço e tomamos aspirina, quando temos coriza ou febre.

O corpo tem que estar preparado para receber a febre. Quando somos capazes de produzir realmente uma boa febre, devemos celebrar! Fique contente. O corpo se dedica a fazer de você uma pessoa saudável. Quando tiver febre, faça a sua parte apenas ficando sem comer. O apetite desaparece porque o corpo precisa desse tempo para se purificar; e volta naturalmente no tempo certo.

Quando eu era criança e tinha febre, nunca queria comer. Minha mãe sempre me dava leite quente e outras coisas que eu rejeitava. Lembro que quando eu tirava o cobertor, minha mãe dizia: "se cubra, você não pode tomar vento”. Minha mãe fazia o que ela achava que era o melhor para mim. Agora sabemos que o melhor a fazer é ouvir o nosso corpo. Você pode se cobrir se sentir frio ou abrir as janelas se sentir calor. Faça o que seu corpo tem vontade. Ele é claro com relação ao que quer. 

Para ajudar o corpo no seu trabalho, você pode fazer compressas, alternar banhos frios e quentes, deitar numa banheira.

Todos nós temos toxinas no corpo. Desintoxicar é o esforço que o corpo faz para se livrar das toxinas. Desintoxicar é imprescindível para nos tornarmos saudáveis. 

Fonte: Texto extraído do livro Os 12 passos do crudivorismo - Victoria Boutenko

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O que é NATUROPATIA

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Podemos dizer que hoje existem três tipos de medicina na prática. A alopatia, a homeopatia e a naturopatia. Sobre o mecanismo de ação das três poderíamos fazer a seguinte comparação: Imagine que ao lado de sua casa exista um terreno vazio que não possua nenhuma construção… Num dado momento você observa que seus vizinhos começam a depositar ali naquele terreno todo tipo de lixo, entulhos e a sujeira naquele lugar começa a atrair para ali todo tipo de insetos, como moscas, formigas, baratas, ratos que além do mau cheiro, começa a infestar a sua casa também destas pragas.

Incomodado por esta situação, você vai as autoridades e denuncia o fato. Então, para solucionar o problema, vem a alopatia, com suas drogas pesadas, e desinsetiza o local rapidamente. Mata tudo e vai embora. Por alguns dias, você sente alívio do incômodo das pragas. Mas dali não muito tempo, após ter passado o efeito dos venenos o lixo que ficou ali depositado volta a atrair todo tipo de insetos e roedores novamente e logo você começa a sentir os efeitos indesejáveis em sua casa. Após nova denuncia de sua parte, vem então a homeopatia, com suas substâncias dedetizadoras e espanta todos as pragas, mas além disso, ela faz algo mais importante: faz uma limpeza naquele terreno para não atrair mais insetos para aquele local. Atitude bem mais louvável do que a anterior…

Mas depois de todo aquele trabalho de dedetização e limpeza, novamente os seus vizinhos inescrupulosos e sem consciência ambiental, começam a despejar ali no mesmo local toda sorte de lixo e a sujeira começam a cheirar mal outra vez, os insetos, pragas e roedores infestam o terreno novamente e seu suplício recomeça tudo novamente. Depois de uma terceira denúncia, vem agora a naturopatia, e com seus mecanismos próprios, também faz uma dedetização e limpa muito bem o terreno, espantando todo tipo de praga que ali estava, porém antes de partir, resolve ir de casa em casa e conscientizar cada morador daquela imediação sobre os malefícios de depositarem o lixo ali naquele local, e não vai embora antes de conseguir um compromisso de cada um deles de não mais despejarem lixo ali no terreno baldio.

Então, a partir daquele trabalho, você nunca mais se incomoda. Qual dos três métodos você achou o mais sensato? Lógico que foi o último. Com essa comparação queremos ilustrar o papel da medicina natural. Ela não é apenas uma medicina que procura atacar os sintomas, mas vai além, ou seja, procura levar uma consciência de mudança de atitudes, de correção de hábitos insalubres e de orientação sobre o modo de viver saudável. Para a consecução desses objetivos, ela lança mão em primeiro lugar da Trofoterapia, a cura e prevenção das enfermidades através dos alimentos, depois também usam a Fitoterapia, a cura pelas plantas, a Hidroterapia, a cura pela água, a Geoterapia, o uso das argilas medicinais, a Helioterapia, a aplicação da luz solar, a cinesioterapia, com as massagens e exercícios e ainda o uso da fé como um grande recurso na prevenção e tratamento das enfermidades. Tudo isso faz parte da Naturopatia ou medicina natura.

Fonte: http://www.innap.com.br/o-que-e-naturopatia.html INNAP – Instituto Nacional de Naturopatia Aplicada

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Você bebe leite ?

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Sim, o leite é o "alimento perfeito" da mãe natureza... para um bezerro, que nasce com 35 kg, de uma mãe com 200 kg, até que seja desmamado!

Tudo o que você sabe sobre leite de vaca e laticínios é, provavelmente, parte de condicionamentos culturais e MITO da indústria leiteira. O leite de vaca é um fluido insalubre de animais, na maioria das vezes, doentes que contém uma gama ampla de substâncias perigosas e causadoras de alergias, intoxicações e doenças, com efeito prejudicial e cumulativo sobre todos os humanos que o consomem.

TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alergenos, gordura saturada e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. O leite da vaca pode conter ainda resíduos de tudo o que a vaca come, inclusive coisas como radiativos de testes nucleares. E, muita adrenalina e dor, pois a vaca escuta o seu bezerro chorar 24 horas/dia, já que o leite que seria do bezerro é praticamente todo direcionado para o consumo humano.

O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Neles encontramos lactoferrinas e imunoglobulinas, agentes imunizantes específicos de cada animal, que funcionam como alergenos para seres humanos.

Combustível de tumores
Daqueles 59 hormônios do leite, um é o poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One - Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico no leite das vacas e dos humanos. Considere que este hormônio serve de "combustível" para qualquer crescimento acelerado, entre eles os tumores e cânceres.

A medicina já considera que o IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon (intestino grosso), e suspeita-se que, provavelmente, pode promover TODOS os cânceres, entre eles os de estômago.

IGF-1 é componente natural de TODO leite, pois sua função é exatamente que o recém-nascido cresça com rapidez. Nós consumidores e responsáveis pelas crianças não pensamos a esse respeito, porque não temos a mínima idéia do problema, assim como muitos pediatras e médicos. Ver em http://www.notmilk.com/igf1time.txt - uma cronologia)

MONSANTO e o Posilac
A indústria química Monsanto, investiu cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzirem MAIS leite. Com esta injeção as vacas aumentam sua produção de leite de 10 a 40%. Que loucura: dá para ser saudável um alimento obtido com tal crueldade? E, o Posilac induz um aumento na concentração natural de IGF-1 em até 80%. E mais, com este aumento de produção, aumentam os quadros de mastite, portanto infecções, sangue e pus no leite. A solução? Antibióticos, que ao final terão também seus resíduos no leite. 

O FDA (Departamento que regula a liberação de Alimentos e Remédios nos EUA) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso fosse verdade, o FDA acaba de informar que amamentar é inútil, porque, dispensando esta informação do capitalismo selvagem, este fator de crescimento FAZ o bezerro e todos os bebês crescerem (com a rapidez que pretende a mãe natureza), mesmo com o seu leite passando pelos seus estômagos.

Digamos que, realmente parte deste IGF-1 seja destruído pelo estômago dos não-bebês, mas certamente parte permanesce ativo pois, como explicar a altura (e pés grandes) da geração já rotulada de " geração iogurte", alimentada com leite achocolato, danoninho, yakult, etc?

CÁLCIO - E o Magnésio?
Onde as vacas arranjam cálcio para seus pesados ossos, fartos músculos e leite para seus bezerros de 35 kg? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas vem acompanhado de farta quantidade de magnésio (presente na clorofila), fundamental para que o organismo assimile corretamente o cálcio.

O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Mas não importa, são números que não dizem muito, porque para o cálcio ser assimilado PRECISA haver quantidade equivalente de MAGNÉSIO, como existe nas folhas verdes que as vacas comem. O leite só tem magnésio suficiente para que se absorvam cerca de 11% do cálcio total (33 mg/xícara).

A questão é que enquanto a vaca amamenta seu bezerro, ela segue comendo folhas verdes, que complementam a proporção ideal de magnésio. Boa idéia para as mães que amamentam, tomarem seus sucos verdes uma ou mais vezes/dia.

Ou seja, o melhor substituto do leite são os SUCOS VERDES. Precisamos esquecer que leite, depois da fase de amamentação, precisa ser branquinho: ele precisa mesmo é ser verdinho!

Curioso: as nações com maior de consumo de leite e laticínios também têm o maior índice de osteoporose e fraturas ósseas. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?

PROTEÍNA & O MITO
O leite pode ser considerado "carne líquida" por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio dos ossos e dentes. Pois a digestão da proteína animal exige grande produção de ácido clorídrico, que irá seqüestrar sais ricos em cálcio, magnésio e ferro, acidificando todo o metabolismo, desmineralizando-o por completo. Países que consomem dietas ricas em proteínas de origem animal (carnes, leite e laticínios) apresentam as taxas mais altas de osteoporose e fraturas ósseas.

Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é: 87% de água + 3,25% de Gordura + 4% de Caseína + 1% de outras proteínas + 4,75% de outras substâncias.

Assim, 80% da proteína do leite é a caseína. Mas, a caseína é um alergeno poderoso, uma histamina que ativa – via reação alérgica - a produção de grande quantidade de muco. Ou seja, quanto maior o consumo de lácteos, maior será a produção de mucos, meio de cultura para microorganismos oportunistas=inflamações, que desencadeiam infecções. Dá-lhe antibióticos!

DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes, sendo o motivo fundamental para NÃO se oferecer leite de vaca aos lactentes.

PASTEURIZAÇÃO - HOMOGENEIZAÇÃO - BACTÉRIAS e PUS
Normalmente o leite é pasteurizado (72°C/15 segundos e resfriamento instantâneo), porém, ao voltar à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos. Pasteurização? Ledo engano!

Cada ml de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado. Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias vivas e a 750 milhões de células de pus/litro.

A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus/litro. Em geral esses níveis são mais baixos, mas não admira colocarem soda para a conservação do leite.

A homogeneização (processo mecânico para evitar a formação de nata), quebra moléculas grandes de gordura em partículas menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.

DOENÇA DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como "Mal de Johne". Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes, as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a Síndrome do Intestino Sensível ou Doença de Crohn.

EFEITOS CUMULATIVOS
Como isso afeta seres humanos que consomem diariamente leite de vaca e laticínios ao longo de toda sua vida?

Alergias Respiratórias (maiores vítimas são as crianças), alergias de pele e outras, obesidade, doenças cardiovasculares, câncer, problemas digestivos, diabetes, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e quadros de intoxicação generalizada, fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA...

Os que resistem a acreditar devem ler mais, se informar e perceber que a MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose. Até 95% da população negra e cerca de 53% dos hispânicos.

Abaixo o mito de que o leite de vaca é o alimento perfeito da natureza para seres humanos!

QUESTÃO DE BOM SENSO

Onde estava esta campanha maciça de "leite é o máximo" antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa? Quando as vacas produziam só o leite segundo a necessidade natural do seu bezerro, a "sobra" era rapidamente transformado em MANTEIGA e um queijinho! Agora que as mesmas vacas foram "bombadas" com injeções de Posilac para produzir até 40% a mais de leite/dia (seguem as pesquisas de novas drogas), de repente os lácteos se tornaram um "alimento básico" do cotidiano. COMO É QUE É?

E para aumentar o engodo, agora está na moda o SORO do leite, que é a SOBRA fétida obtida após a extração da GORDURA e CASEÍNA do leite. Os principais componentes do soro são a albumina sérica bovina e a lactoalbumina. Há outros hormônios contidos no soro, além de todas as impurezas solúveis em água: do leite e do processo industrial.

A indústria "do ganhar dinheiro" não pode parar. Efeito dominó sabe? Usam a expressão sustentabilidade para justificar a industrialização do soro do leite e não contaminar os rios. Mas a real sustentabilidade é não consumir lácteos, daí não existirá soro, lixo a ser usado como envenenamento final.

Não existirá a indústria da doença, sendo os problemas respiratórios (mucos) a segunda maior causa da mortalidade infantil. A primeira causa são os problemas congênitos, que, considerando os hábitos alimentares das mães, sei não!?!

Fonte: http://www.notmilk.com - Tradução: Beatriz Medina - Rio de Janeiro, reproduzido por Conceição Trucom: http://www.docelimao.com.br